Conheça a coach Dulce e sua trajetória de sucesso!

Com certeza você já passou por uma situação na qual alguém tentou te vender um produto ou oferecer um serviço, certo? E também imagino que, de primeira, você recusou. Digo isso porque a tendência do ser humano é sempre dispensar o desconhecido.

Esse bloqueio que temos com o que é diferente pode nos privar de diversas oportunidades e, às vezes, não conseguimos enxergar que as portas estão se abrindo para nós, pois só olhamos através da perspectiva do medo e da insegurança.

Esses dias, conheci a Dulce Schlichting, 53 anos, uma Get catarinense, que mora em Osasco atualmente. Ela me contou bastante sobre sua história e seu crescimento e permitiu que eu compartilhasse a história dela com você. Confira que incrível!

Como Dulce se tornou uma coach do bem-estar

Dulce trabalhou em um cartório no Sul e em outro quando chegou em Osasco, antes de se tornar coach. Ela afirma que em seu último emprego ganhava muito pouquinho, apenas 600 reais. E, desse valor, metade era só para pagar o estacionamento.

Diante dessa situação, Dulce e Paulo – seu marido – conversaram e chegaram à conclusão de que, para a renda familiar deles, estava valendo mais a pena ela sair desse emprego. Foi o que ela fez. Ela já estava aflita, por não trabalhar fora de casa e, nessa ocasião, foi chamada pelo pessoal do cartório para retornar. Prestes a aceitar, mesmo sem compensar, Dulce perguntou a opinião do marido.

Coincidentemente, Paulo havia recebido um convitinho de renda extra. Foi assim: Dulce e o marido estavam abastecendo o carro em um posto de gasolina e uma moça – que seria a patrocinadora deles no futuro – viu que eles eram da mesma cidade dela e, por isso, resolveu convidá-los.

O marido aceitou o convite e sugeriu que Dulce ligasse para conhecer e pensar na possibilidade de trabalhar com isso. De início, Dulce resistiu: “eu não quero, você pegou, vai você”. Paulo se propôs a ir junto com ela. E então os dois foram conhecer…

“Daí que todo o nosso negócio começou”

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Dulce e Paulo, companheiros de vida e negócios.

Dulce acabou se rendendo e resolveu entender melhor essa proposta. Chegando lá, ela se surpreendeu: “quando eu vi todo o plano de marketing, eu me apaixonei. Pensei: vou ficar rica nesse negócio” e, desde então, ela não saiu mais. “Só saí de lá com o meu kit cadastro”, disse ela.

A partir desse dia, Dulce se tornou uma coach do bem-estar. E de lá até hoje, já passaram-se 14 anos de desenvolvimento do seu negócio. Ela afirma “faço isso junto com meu marido e minhas filhas. Desenvolvemos em família. É muito bacana! Eu adoro o que eu faço”. Hoje em dia ela afirma ter uma média de 44 a 48 acessos diários e seu EVS abre às 7h20 e encerra 18h30.

Dulce completou que faz outras ações além de gerenciar o EVS: “faço herbalife natural, faço herbalife em salão, em academia. Vou e fecho com a pessoa. Por exemplo, você tem um salão, aí eu fecho com você. Eu fico quinta, sexta e sábado dentro do salão oferecendo degustação dos produtos para os clientes. Dez por cento do lucro líquido é pro salão”. Ela afirma que há outras ferramentas para expandir os negócios e que o importante é não ficar parado e não se acomodar.

Os EVS que já passaram pela sua mão

Dulce contou que já trabalha com Espaços de Vida Saudável há 10 anos. O método de trabalho que ela utilizou foi abrir Espaços, duplicar e ir passando para o seu grupo. A coach começou montando o Espaço na churrasqueira do condomínio em que morava com a intenção de entender como funcionava o negócio.

Foi barrada pela administração do condomínio e então levou o EVS para dentro de seu apartamento. No entanto, o espaço foi ficando pequeno para a quantidade de clientes e ela resolveu partir para uma EVS Central. Sua primeira EVS foi na primitiva e de lá ela foi abrindo mais e mais.

A coach afirma: “eu abri toda a cidade de Deus, porque não tinha nada lá. Fui eu que abri tudo lá nas portarias. Depois eu fui para a São Bento, aí vim para a Primitiva, fiquei uns três anos na Primitiva e de lá vim para cá (centro de Osasco). Então, aqui é o mais recente e esse ponto aqui é fantástico. Porque é onde passa todo mundo, toda hora, muita gente né”.

O que Dulce tem a dizer para quem está abrindo seu EVS agora

“É preciso ter muita disposição, muita boa energia, muita pista e falar com muitas pessoas. E não se acomodar, porque as pessoas abrem o EVS e ficam lá em cima esperando as pessoas subirem. O EVS é convite diário, massivo, você tem que fazer contatos todos os dias, mesmo que o teu EVS esteja cheio, você sempre tem que estar fazendo contato, porque os clientes mudam, vão embora, então não pode se acomodar”.

Ao fim de nossa conversa, Dulce ainda ressaltou que deseja expandir ainda mais em 2018. Ela afirma que “o ideal é que você tenha um supervisor novo por mês, que vá duplicando, que vá abrindo outras franquias, porque a Herbalife é uma franquia de pessoas. Então a gente sempre quer abrir e expandir. E não se acomodar”.

Quem diria que um convitinho feito na rua, recebido com um pouquinho de desconfiança pudesse levar Dulce ao lugar que ela está agora, ein?

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